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TUDO OU NADA CONTRA O BARCELONA!
(Por Rafael de Novaes Rocha) Gustavo Aleixo/Cruzeiro Todos os olhos da América estarão simultaneamente voltados para Belo Horizonte e Buenos Aires na noite desta quinta-feira para a definição do Grupo D da Libertadores 2026 - o grupo da morte da competição. Grupo D de Dificílimo; de Disputadíssimo. Três fortes times que chegam vivos à última rodada podendo ocupar do primeiro ao terceiro lugar do grupo. Leve vantagem nossa, que enfrentaremos o lanterna Barcelona, já sem chanc
Rafael de Novaes Rocha
há 1 dia


MAIS SORTE QUE JUÍZO
Gustavo Aleixo/Cruzeiro (Por Rafael de Novaes Rocha) Diante de quase 45 mil torcedores, o Cruzeiro fez o dever de casa e garantiu os três pontos no confronto contra a Chapecoense. Mais um jogo de muito volume ofensivo e um caminhão de gols perdidos. O resultado disso foi um final de partida angustiante, em que praticamente imploramos por tomar o gol de empate. Um verdadeiro teste para cardíaco. No segundo tempo, vimos uma vitória encaminhada se transformar em um deus nos acud
Rafael de Novaes Rocha
há 4 dias


PAGINAS HEROICAS, MORTAIS!
Gustavo Aleixo/Cruzeiro Terça-feira escrevemos mais uma dessas páginas, em Buenos Aires, na Bombonera. Ela vai se juntar a outras que forjaram na América do Sul a temível imagem de La Besta Negra. Empate heroico, 1 x 1, que já está na História. O Boca havia descansado dez dias. O Cruzeiro saía de um empate “impossível” contra o Palmeiras, sábado em São Paulo. Após o apito final, que parecia não vir nunca em Buenos Aires, fiquei com três sensações: temos um baita goleiro;
José Dalai Rocha
20 de mai.


BRIGA DE CACHORRO GRANDE!
Marco Galvão/Cruzeiro Opiniões variam. Mas sábado, o Palmeiras 1 x 1 Cruzeiro foi um jogo de igual pra igual. Dois times jogando pra frente, bem dispostos no gramado. Ficou a impressão de que não fosse a chuvarada forte, seria melhor ainda. Uma vez mais, patente a evolução azul. A cada rodada amadurecemos, mais passos voltando a um patamar que sempre foi nosso. Impossível não lamentar os pontos deixados pelo caminho na era-Tite. Uma lástima. Com apenas 6 deles, a gente estav
José Dalai Rocha
18 de mai.


SUFOCO FAZ PARTE?
Gustavo Aleixo/Cruzeiro Era jogo de futebol ou teste cardiológico? Pelo menos por três vezes “vimos” a bola entrando no gol do Otavio, selando o empate e programando a loucura dos pênaltis. Que sufoco! E pensar que esse drama poderia ser evitado se a gente soubesse aproveitar, com eficiência, algumas das dezenas de oportunidades de gol surgidas em Goiânia e terça-feira no Mineirão. Enquanto sobrou eficiência no goleiro Tadeu, melhor em campo, faltou-nos sintonia mais afinada
José Dalai Rocha
14 de mai.


OLHA NÓIS AÍ!
Celo Gil/Cruzeiro Aos trancos e barrancos, perdendo gols “daqueles”, desprezando escanteios e faltas, pois não sabemos mesmo o que fazer com eles... ainda assim voltamos da Bahia trazendo mais que acarajés. Temos de finalizar 20 vezes, pra acertar duas. Trocar passes no meio de campo até a bola cansar daquele vai-e-vem e encontrar, ela própria, outros rumos... Ainda estamos assim, mas não vamos continuar assim porque os atores em campo se destinam a papéis maiores. Falta “ape
José Dalai Rocha
11 de mai.


UM PONTO DE OURO!
Gustavo Aleixo/Cruzeiro Universidad Católica 0 x 0 Cruzeiro. Após um primeiro tempo em que tivemos 70% de posse de bola, com sete finalizações, sem marcar, passamos sufoco na etapa final, jogando com 10 desde o início pela expulsão de Arroyo. O árbitro colombiano, Andrés Rojas, não poderia ser pior, principalmente por distribuir cartões amarelos contra o Cruzeiro, punindo lances que deixava passar em branco contra os chilenos. Não precisava desse reforço pra complicar nossa
José Dalai Rocha
7 de mai.


CRUZEIRO COMEÇA E TERMINA COM 9
Gustavo Martins/ Cruzeiro Arroyo e Kaiki, dois cracaços nossos, não entraram em campo sábado no time do Cruzeiro. Após grandes atuações que tornam os dois selecionáveis, pareciam jogadores de condomínio. O ponta, que amassou o Boca Juniors, errou todas as jogadas que tentou e quando cruzava, a bola saía do estádio. O lateral, além de desnecessária jogada temerária na área, resultante em pênalti e cartão amarelo, fez falta desclassificante na beira do campo, também sem a mínim
José Dalai Rocha
4 de mai.


NASCE UM TIME CASCUDO
Gustavo Aleixo/Cruzeiro (Por Rafael de Novaes Rocha) Com mais transpiração do que inspiração, o Cruzeiro venceu um Boca Juniors que veio a Belo Horizonte com um objetivo: não jogar futebol. E é inegável que a tática funcionou. Entre ceras, teatros, catimbas e reclamações, ao todo, foram menos de 45 minutos de bola rolando e zero (!) finalizações dos argentinos. Com auxílio da péssima arbitragem, por boa parte do jogo tivemos dificuldade em acelerar o jogo e impor nossa evide
Rafael de Novaes Rocha
30 de abr.
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Aqui neste quintal tem conversa boa de mineiro e cruzeirense. Essas são duas qualidades que tenho.
José Dalai Rocha
BATE BOLA COM O DALAI
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