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TIREM AS CRIANÇAS DA SALA

  • Foto do escritor: José Dalai Rocha
    José Dalai Rocha
  • 17 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura
Gustavo Aleixo/Cruzeiro/Reprodução
Gustavo Aleixo/Cruzeiro/Reprodução

Agora é o tudo ou nada.


Definir o que somos de verdade. O que valemos. Todo jogo é uma final.


Quinta-feira, às 16h, em Caxias do Sul, contra o Juventude, vamos cumprir o primeiro dos últimos cinco capítulos desta emocionante história chamada Campeonato Brasileiro. Os três primeiros, dos 15 pontos ainda em disputa. Pelos vacilos no caminho e garfadas homéricas do apito e do VAR, não dependemos só de nós pra chegarmos ao título. Chances mínimas, segundo os prognósticos matemáticos.


Mas, como diz o narrador Everaldo Marques, enquanto houver bambu, tem flecha. Palmeiras e Flamengo, os dois únicos à nossa frente, têm mais seis jogos, cada um, disputando 18 pontos. Vantagem imensa sobre nós, sem dúvida. Mas o que torna fascinante o futebol é, exatamente, as suas surpresas. 


Quando ninguém espera, entra em campo o Imponderável F.C. e apronta uma das suas. Invertendo a lógica. Esfarinhando previsões. Ontem, o Santos venceu o Palmeiras.


   BATE PAPO NO QUINTAL 


1. Arena MRV completa! 40 mil atleticanos testemunharam, perplexos, quarta-feira no jogo conta o Fortaleza a conclusão do ciclo emocional que batiza todo novo estádio: o primeiro jogo, o primeiro gol, o primeiro clássico, o primeiro título nacional e o primeiro hat-trick.

 

O primeiro clássico, foi vencido pelo Cruzeiro, rebatizando o estádio: Meu Rival Venceu; o primeiro título nacional foi arrebatado pelo Flamengo, recebendo ali a taça da Copa do Brasil; Quarta-feira, cumprindo a lei do ex, o atacante Deyverson, do Fortaleza, fez o primeiro hat-trick marcando três gols numa partida.


2. O que dói mais? Todos já passamos por isto: ex que marca e comemora como se vencesse a Copa do Mundo; outros marcam e ficam impassíveis, como se anestesiados.  Quarta-feira, na Arena MRV, Deyverson, carinhosamente chamado pelos atleticanos de “Deyvinho” inaugurou uma terceira forma: marcava o gol e saia beirando as arquibancadas, pedindo desculpas... aquela coisa psicodélica do “sem querer querendo”.

Quero sua opinião: o que dói mais?


3. Jamilton também tira a sua casquinha, com uma ferina síntese:


“A propósito da Arena Meu Rival Venceu:

Primeiro gol: Paulinho

Primeira vitória em clássico: Cruzeiro

Primeiro título nacional: Flamengo

Primeira goleada: Palmeiras 4 x 0”


Poderia ser acrescentado – Primeiro Brace (dois gols numa mesma partida): Kaio Jorge, Cruzeiro eliminando o Atlético da Copa do Brasil.


4. Paulo Campos apoia mudanças nas normas do futebol:


“De pleno acordo, Dalai. A regra do impedimento devia ser invertida: estará livre pra marcar o gol o jogador que tenha qualquer parte do seu corpo desimpedida. E o tempo acrescido no final das partidas se contará como no futsal: apenas com bola rolando. Com isso acabaremos com o “faz de conta” dos minutos acrescidos, consumidos com ostensiva cera na cobrança de laterais e tiros de meta, além das contusões simuladas.”


Paulo, este é o caminho para se reinventar o futebol, livrando-o das perniciosas tendências de hoje.


5. Inês Magalhães saudosa de Panhame:


“Acostumei-me a encontrar no QUINTAL as tiradas muito bem escritas de Manuel Panhame.  Sinto falta dele.”


Nós também, Inês.


6. Noite Celeste – É hoje, 18h30 com Fernando Rocha e Diogo Medeiros. Um compromisso de todos os cruzeirenses. Imperdível. Basta acionar o YouTube: Noite Celeste.


               GARIMPO

“Todo canalha é magro”

(Nelson Rodrigues, 1912/1980)



 
 
 

4 comentários


Jamilton
19 de nov. de 2025

Boa tarde. É meu caro amigo Dalai, escuto um silencio ensurdecedor nos noticiários de Minas sobre o banqueiro trambiqueiro Daniel Vorcaro. Numa linha sequer naquele que detêm mais de 20% da SAFada atleticana. Será porque meu caro senhor Dalai, explicai-vos. Abraços

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Manuel Panhame
19 de nov. de 2025

Manuel Panhame, Atleticano de Quatro Costados, historiador filósofo e atleta de alcova, ficou sobremodo lisonjeado ao Lerinha a citacao de se augusto nome. Retornou, em carne, osso e cabelo para responder, ao blogueiro, nosso Anfitrião, e, primeiro e mais que tudo, a belíssima, charmosa, elegante, carismática, culta e perfumada Senhorita Inês Magalhães, da qual meu palpitante coração já se faz cativo... Precisamos, Bela Inês, tão logo o Galão da Massa, CAMpeão de Tudo nas Três Américas, retorne com a Taça de terras paraguaia. Vamos sair para comer um tropeirao no Mineirão assistindo de local seguro o sofrimento do escurracado e espandongado povo azulino cruzereiro... Antes, porém, Formosa Inês, Manuel Panhame, sádico que é de nascença, vai com a vossa permissão…


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.Manuel Panhame
19 de nov. de 2025
Respondendo a

Lerinha não: ler... O corretor de textos do computador de Manuel Panhame é cruzeirense.

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Ercílio Ferreira
17 de nov. de 2025

É Dr. Dalai. O Imponderável F C, infelizmente, não podemos confiar nele desta vez. Não acredito que equipes do nível de Flamengo e Palmeiras, e ainda com ajuda do apito, vão dar esta moleza faltando apenas cinco rodadas para o final. Agora, já que estamos garantindos na Libertadores, tem que focar é na Copa Brasil onde temos chances reais de conquistar.

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