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LIÇÃO GOIANA

  • Foto do escritor: José Dalai Rocha
    José Dalai Rocha
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura
Mateus Dutra/Cruzeiro
Mateus Dutra/Cruzeiro

Também no futebol, “agua mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Depois de 15 minutos jogando na intermediária do Cruzeiro, como se fosse linha contra defesa, o Goiás, no final da prorrogação, empata a partida no Serra Dourada. 2 x 2.


Em termos de Copa do Brasil, um bom resultado porque o mata-mata será decidido no Mineirão. Mas empate no finalzinho deixa um gosto amargo e retardou o sono cruzeirense na noite de ontem.


Ficaram duas lições: a bola pune, como dizia Muricy Ramalho. Tantos gols perdidos na pequena área fatalmente vão atrair o castigo, mais cedo ou mais tarde. Com o Cruzeiro aconteceu no final. A outra lição: encurralado em nossa própria área, impossível resistir, por muito tempo, a pressão do adversário. A disposição da defesa do Goiás, avançando para a linha divisória, favorecia o nosso contra-ataque que jamais se armou. Deixamos de fazer 3 ou 4x1 e continuamos nos arriscando com a vantagem mínima, sujeitos aos azares do futebol. Uma vez mais, falhamos nas finalizações.


Nosso consolo: empatamos, no campo do adversário, a primeira partida de um mata-mata. 


Sábado, 18h30, em Belém do Pará, vamos encarar o Remo, na volta ao Brasileiro. Nosso adversário transbordando moral depois de vencer, por 3 x 1, o Bahia, em Salvador, pela Copa do Brasil.


BATE PAPO NO QUINTAL


1. Gratas revelações – O jogo contra o Goiás, apesar do empate frustrante, deu três alegrias especiais à Nação Azul: Arroyo, Jonathan Jesus e Otavio. Grandes atuações.


2. Marinho Portozeiros passa um anestesiante para  o blogueiro suportar as pancadas:


“A coluna de hoje (segunda-feira) é um brinde aos que, como eu, são apaixonados por futebol, mas conseguem enxergar além dos 90 minutos, isto é: saber que existem coisas além da bola! ”


Marinho, de vez em quando a gente lembra que futebol é a coisa mais importante entre as coisas desimportantes.


3. Adonias Dantas vai direto ao ponto:


“Acho que já está na hora de tirar o Matheus do gol Não passa segurança nenhuma. Antes do jogo contra o Grêmio eu já pensei: temos que fazer ao menos 2 gols pra ganhar porque o nosso goleiro vai levar 1 com certeza. Ele pula na bola em slow motion. Nunca vi isso na minha vida. ”


Adonias, realmente estamos com essa batata quente nas mãos. É uma temeridade continuarmos com o Matheus Cunha nesta fase de visível falta de confiança. Isto passa para o resto do time. Ele precisa de um período de reciclagem, pra voltar inteiro.


4. Marcos Amaral, escrevendo segunda-feira, sem medo de ser feliz:


“Finalmente voltando a ser grande. Voltando a ser Master. ”


É isto, Marcos. Pra frente e pra cima.


GARIMPO


“Duas pessoas inteligentes não podem se apaixonar; o verdadeiro amor precisa de um idiota”.

(Fiódor Dostoiévski)

 
 
 

2 comentários


Fora Mateuzinho
há um dia

Fora Mateuzinho

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Israel Tomaz
há um dia

A emoção dos últimos minutos do jogo ontem, soou como um resumo do torneio. Haja coração...

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